sábado, 24 de dezembro de 2011

Cositino no Brasil.



O campeão da Seleção 2011 da Verband Holstein, Cositino (Cosido x Libertino I x Tin Rocco) foi vendido para o Brasil por 180.000 € ao Haras Olympo. Mas a verdadeira estrela do ano foi o filho do vencedor da Copa do Mundo em Lyon, Cascadello (Casall la Silla x Clearway x I love You), vice-campeão, que foi vendido por 600.000 € ao Gestut Fohlenhof.

No total, 22 garanhões foram aprovados, incluindo três filhos de Casall la Silla, um filho da primeira geração de Cornet Obolensky Holstein, dois filhos do Anglo-árabe Hermes de Authieux  e um produto da primeira geração de Diarado.

Sobre Cositino, disse o diretor de criação Dr. Thomas Nissen "Ele é um cavalo excepcional, com estrutura perfeita,  genética excelente e se move com perfeição.". O saltador foi premiado com 60 pontos pela comissão de inspeção. "Até onde eu sei isso nunca aconteceu antes em um licenciamento Holsteiner."

fontes:HipismobhBlog (http://hipismobh.wordpress.com) e Holsteiner Verband  (http://www.holsteiner-verband.de/)






Destaque para a raça Brasileiro de Hipismo (BH).







Em 2011 nada mais que 55% dos principais Grandes Prêmios de Hipismo no Brasil foram ganhos por animais da raça Brasileiro de Hipismo (BH). Levando em conta o expressivo número de cavalos sendo importados da Europa, Estados Unidos, Uruguai e Argentina, esse resultado traduz o alto nível alcançado pela criação nacional. Além disso, encerramos o ano de 2011 com mais de 6.2 milhões de reais vendidos em seis leilões de cavalos da raça BH. Foram 147 animais ofertados pela média de R$42.521,00.

fonte: MSN Sporthorses Breeding http://www.sporthorses.com.br







sábado, 3 de dezembro de 2011

Pensamento do mês de Dezembro.


"Há demonstrações de carinho que nos imensam..."
 Manoel de Barros, poeta brasileiro, 1916.






sábado, 12 de novembro de 2011

Adeus Hickstead!






Ele era considerado o melhor cavalo de salto do mundo nos últimos anos: em Hong Kong 2008 foi medalhista de ouro olímpico na categoria individual e prata por equipes. Foi medalhista de bronze nos Jogos Equestres Mundiais de Kentucky 2010. Obteve inúmeras vitórias nas competições de salto mais dificeis do mundo, como Spruce Meadows e Achen.

Na quarta etapa da Rolex FEI World CUP em Verona, na Itália, o famoso garanhão KWPN morreu de repente, logo após completar o percurso. No meio de intensa emoção por parte da plateia, o cavalo foi retirado da pista em uma ambulância, enquanto o cavaleiro Eric Lamaze era levado para fora da pista.

A pedido dos cavaleiros, a competição foi cancelada e todos os concorrentes se reuniram na pista de Verona para prestar, perfilados, um minuto de silêncio em homenagem a um dos melhores cavalos de todos os tempos e em apoio ao colega Eric Lamaze.

Exames detectaram que a causa da morte foi a ruptura de um aneurima da aorta torácica.




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pensamento do mês de novembro.


"Ter amigos é a melhor cumplicidade..."
 Machado de Assis, 1839 a 1908.




Baloubet du Rouet fora da reprodução



Baloubet du Rouet teve seu momento de vilão ao refugar em Sydney-2000. Deu a volta por cima quatro anos depois, com a medalha de ouro em Atenas-2004. Rodrigo Pessoa, principal cavaleiro do hipismo brasileiro, o chama de montaria de sua vida. Hoje, porém, o cavalo mais famoso do esporte brasileiro vive longe das pistas e afastado da função de reprodução, na qual tinha o sêmen mais caro do mundo.

Em 2000 ajudou Rodrigo Pessoa a conquistar o tricampeonato da Copa do Mundo de hipismo.Também em 2000, refugou na final de saltos dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, na Austrália. Se redimiu do fracasso de Sydney-2000 e levou Pessoa ao ouro nos Jogos de Atenas-2004.


“Tudo bem retirar o Baloubet do esporte. Ele tem 21 anos [o tempo médio de vida de um cavalo é de 25 anos] agora. Mas ter tirado o cavalo da cria foi uma pena, porque ele ainda é o cavalo número um do mundo. Tem uma grande quantidade de filhos competindo. Nenhum como ele, é verdade, mas alguns muito bons”, lamenta Nelson Pessoa, pai do campeão Rodrigo e o primeiro a montar Baloubet du Rouet.

Criado desde os 5 anos no haras de Nelson e Rodrigo Pessoa em Fleurus, na Bélgica, o cavalo acabou criando uma relação afetiva com a família mais bem sucedida do hipismo brasileiro. Rodrigo Pessoa foi o segundo cavaleiro e o que mais se beneficiou da parceria. “Baloubet é um dos maiores cavalos de todos os tempos. Foi o cavalo da minha vida e ninguém aqui vai estar vivo para ver um cavalo como ele”, afirma.

Para os brasileiros, a relação com o garanhão foi do ódio ao amor. Ele foi alvo de críticas após não saltar o obstáculo na final dos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, quando Rodrigo Pessoa era um dos favoritos à medalha de ouro. A volta por cima ocorreu quatro anos depois, recuperando o título olímpico com Pessoa.

Depois de conquistas como o inédito tricampeonato da Copa do Mundo de saltos em 1998, 1999 e 2000, além GPs internacionais em Bercy, Bordeaux, Genebra, Las Vegas, Roterdã, entre outras, uma lesão encurtou a carreira de Baloubet du Rouet: ele foi retirado das competições em 2006 e foi para um centro de reprodução na Bélgica. Lá, 8 ml de seu sêmen eram vendidos a 3 mil euros (R$ 6,7 mil).

Apesar do lucro que Baloubet garantia ao seu proprietário, o empresário português Diogo Pereira Coutinho acabou com a carreira de garanhão do animal. Hoje, o cavalo vive em uma fazenda em Portugal.

Um dos filhos de Baloubet do Rouet é o cavalo Palouchin de Ligny, de 12 anos, que é montado por Rodrigo Pessoa em competições com obstáculos de 1,45 m e neste ano venceu duas provas em Wellington, nos Estados Unidos, e Valência, na Espanha.


“Hoje em dia é muito complicado  sair e comprar outras montarias, os cavalos estão caríssimos. Os de alto nível custam entre 3 e 4 milhões de euros”, afirma Nelson Pessoa.

Fonte: UOL Noticias.