terça-feira, 20 de outubro de 2009

Indústria do cavalo emprega o dobro que carro.

Diz um ditado que o castigo costuma vir a cavalo. Agora, descobriu-se que o emprego também. Apesar de o cavalo ser o meio de transporte mais antigo de que se tem notícia, a montaria sobrevive em pleno século 21, alimentando uma indústria que passou longe da crise financeira mundial, principalmente no que diz respeito a contratação de mão de obra. Dentro da porteira, o profissional ligado ao setor é disputado a laço.

A cadeia produtiva do cavalo é responsável por uma geração de empregos diretos e indiretos estimada em 3,2 milhões de postos de trabalho, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), mais do que o dobro da sofisticada cadeia produtiva do automóvel, na qual trabalham 1,5 milhão de pessoas, da extração do minério de ferro às revendas.Considerando a geração direta de empregos, a equinocultura chega a empregar cinco vezes mais do que as 17 montadoras instaladas do país. A CNA mostra que o agronegócio do cavalo emprega cerca de 650 mil trabalhadores, contra os 112 mil da indústria automobilística – dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A eficiência que chegou às grandes montadoras aumentou a produtividade, reduzindo a mão de obra humana, o que ainda não ocorreu na equinocultura, em que o manejo humano não encontrou substituto. “Do fim da década de 90 para cá, o número de empregos diretos na indústria automobilística caiu pela metade”, comenta Marcelino Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e Região.

Na equinocultura, a tecnologia chegou forte à transferência de embriões e à indústria agroveterinária. Rações, medicamentos e as novas técnicas de reprodução sofisticaram a criação, empurrando a qualificação do plantel por meio da transferência de embriões. Tecnologia que faz crescer a tropa, estimada em 5,8 milhões de animais – e, com isso, o número de postos de trabalho.Assim como o carro, o cavalo vem se consolidando como uma espécie de paixão nacional do brasileiro. O agronegócio do setor, segundo números da CNA, movimenta um mercado de R$ 7,5 bilhões ao ano e, como ocorre em outras indústrias, aquece também uma longa cadeia que se desdobra do chão de fábrica aos serviços, que, além da porteira, vão desde a produção de ração e medicamentos até selas e artigos de montaria. “Quando se tem uma base primária moderna, o setor de serviços, que tende a remunerar melhor, é fortalecido. Ao contrário, quando se tem uma base débil, esse desenvolvimento é comprometido” , comenta Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).



fonte: Estado de Minas -Ricardo Beghini e Marinella Castro.



segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Equipe de Santa Catarina fora da disputa do CBS Masters 2009




Após a desistência de última hora de dois atletas de Blumenau ( Hélio Brito Jaenish Filho e Paulo Argeton) devido a contusões nos seus cavalos, a equipe catarinense ainda foi desfalcada da participação de Fábio Monteiro devido ao exame positivo para leptospirose no seu cavalo (Top Quartz).

A amazona Paula Monteiro, única remanescente do grupo, foi obrigada a desistir da participação no Campeonato Brasileiro de Masters 2009, que será realizado de 23 a 25 de outubro em Porto Alegre (RS).

As atenções agora se voltam para as amazonas Pauline M. Horn, Paula Monteiro e Débora Breithaupt, que irão competir de 05 a 08 de novembro, no Campeonato Brasileiro de Amazonas, que será realizado no Clube Hípico de Santo Amaro(SP).


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Serviço de limusine na SHJ


A Sociedade Hípica Jaraguá adquiriu uma limusine, visando aumentar o conforto de seus associados.




Saudações eqüestres,
Fábio Caminha Pinto Monteiro.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Reflexão do mês de outubro.


"O Homem é do tamanho do seu sonho."
Fernando Pessoa, poeta e escritor português, 1888-1935.



Saudações equëstres,
Fábio Caminha Pinto Monteiro.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A RAÇA DO SEU CAVALO


Falemos um pouco sobre raças de cavalos. Quarto de milha para as provas de velocidade, provas com bois, provas de extrema funcionalidade e técnica. Lusitano para as provas de adestramento, equitação de trabalho e as modalidades esportivas que exigem força e técnica. Mangalarga para passeios e trabalhos de fazenda, além de algumas modalidades como team penning. Crioulo, se despontando na modalidade rédeas, no trabalho nas cabanhas e nos campos de gado, Campolina para passeios confortáveis, e assim vamos vendo que cada raça tem sua finalidade principal, seja esta colocada pelo Homem, descoberta pelo trabalho, aprimorada pelo marketing, ou mesmo criada para ser isto.

Falemos um pouco sobre o seu cavalo, o meu cavalo, os cavalos que temos hoje. Todos eles fazem algo, praticam algum esporte, trabalham em alguma rotina de vida que nós colocamos para eles. Todos eles possuem ou deveriam possuir uma vida regrada entre trabalho, alimentação, descanso, prática e execução de manobras, viagens e outros aspectos que os fazem ser sempre os melhores cavalos que podemos ter. Pergunto a você: Qual a raça do seu cavalo? O que você faz com seu cavalo? Será que a raça de seu cavalo significa essencialmente que ele deva fazer somente o que a raça dele prioriza como principal finalidade? Qual a importância da raça de seu cavalo para você. Gosto? Vontade de ter um cavalo desta raça? Esporte ou modalidade que você pratica? As respostas a todas estas perguntas serão sempre corretas, pois o gosto de se ter um cavalo, aliada à prática da modalidade que você gosta formam os fatores para se comprar, ter, gostar e cuidar de um cavalo.

Mas, será que seu cavalo sabe de que raça ele é? Ou será que ele sabe que é um cavalo, que tem um cavaleiro que o trabalha, que tem uma função e uma realidade de vida? Função é a palavra chave. Como diz Luciano Pereira Alves, grande campeão da raça Lusitana, “um cavalo tem que funcionar pra ser bom”, e como diziam os antigos, são conhecidas duas raças de cavalos: os bons e os ruins. Cavalos devem ter função e não somente raça. Raça é uma questão de gosto e aptidão às modalidades tradicionalmente praticadas por cavalos que desenvolveram a prática destas funções. O cavalo que funciona é o cavalo que tem raça.

Aluisio Martins, Médico Veterinário e reitor da Universidade do Cavalo - UC.



sábado, 5 de setembro de 2009


O conjunto Moorlands Totilas e Edward Gal sagrou-se campeão europeu de Adestramento, batento todos os recordes de pontuação.
Totilas é um garanhão KWPN de 9 anos e 1,75m de cernelha, filho de Gribaldi e Lominka.

Confira o KUR de 90,75% no You Tube:
Saudações eqüestres,
Fábio Caminha P. Monteiro.